Sou cineasta, produtor cultural e mestre em História pela Unicamp, mas sobretudo sou um realizador caipira com muito orgulho. Meu cinema preza por manter viva a cultura do interior do Estado de São Paulo. Desde 2009, escrevi e dirigi vinte filmes entre documentários e ficção, curtas e longas.
Acredito na liberdade artística em um país onde ela nem sempre é bem-vinda. Por isso me aventuro tanto em trabalhos infantojuvenis, como o longa Tão Bonito Quanto o Amor (2025), disponível no canal Looke, quanto em filmes malucos, como o longa Fórmula Selvagem (2021), o Cannonball Run brasileiro, que estreou no festival BAFICI em Buenos Aires.
Nos curtas, já explorei diversos subgêneros do terror como o gore Boneca (2019), finalista do BUT Film Festival, a série de terrir Sugar Dead (2021 e 2025) e Antônia (2020), considerada uma pequena obra de arte do terror nacional, exibida no Kinoforum e no Itaú Cultural e vencedora de mais de vinte prêmios técnicos em festivais nacionais e internacionais.
O cinema permite que a gente não seja uma coisa só e isso é uma oportunidade tão magnífica que eu me sentiria mal em não aproveitar. Como não amar ser múltiplo?
Também sou produtor e editor do média Questão de Controle (Iberê Pereira, 2024) e dos curtas Meninas (Hamilton Rosa Jr., 2023) O Monstro do Sertão (lançado esse ano) e do premiado curta A Lenda dos Cavaleiros da Água (2022), da diretora Helen Quintans.
Em 2026, vou lançar o longa de terror infantojuvenil Vicente na Cidade Fantasma, o curta gore Maria, o Sugar Dead 3 e tive a honra de participar da coletânea Tropical SOV 2 com o curta O Lambe Lambe que Veio do Espaço (2026).
Viver de arte não é fácil, mas não me imagino fazendo outra coisa. Me considero grato, o cinema me realizou e graças a ele conheci pessoas extraordinárias e muitos lugares incríveis.
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